- Ser um cidadão juridicamente capaz;
- Estar em condições de doar o órgão ou tecido sem comprometer a saúde e aptidões vitais;
- Apresentar condições adequadas de saúde, avaliadas por um médico que afaste a possibilidade de existir doenças que comprometam a saúde durante e após a doação;
- Querer doar um órgão ou tecido que seja duplo, como o rim, e não impeça o organismo do doador continuar funcionando;
- Ter um receptor com indicação terapêutica indispensável de transplante;
- Ser parente de até quarto grau ou cônjuge. No caso de não parentes, a doação só poderá ser feita com autorização judicial;
quinta-feira, 28 de maio de 2009
para doar orgãos em vida é necesário:
Posso doar meus órgãos em vida?
Sim. Também existe a doação de órgãos ainda vivo. O médico poderá avaliar a história clínica da pessoa e as doenças anteriores. A compatibilidade sangüínea é primordial em todos os casos. Há também testes especiais para selecionar o doador que apresenta maior chance de sucesso. Os doadores vivos são aqueles que doam um órgão duplo como o rim, uma parte do fígado, pâncreas ou pulmão, ou um tecido como a medula óssea, para que se possa ser transplantado em alguém de sua família (até 4º grau) ou até um amigo (Neste caso é necessário uma autorização judicial).
Este tipo de doação entre vivos, só acontece se não representar nenhum problema de saúde para a pessoa que doa.
Quais os requisitos para que uma pessoa morta seja considerado doador de órgãos?
- Ter identificação e registro hospitalar;
- Ter a causa do coma estabelecida e conhecida;
- Não apresentar hipotermia (temperatura do corpo inferior a 35ºC), hipotensão arterial ou estar sob efeitos de drogas depressoras do Sistema Nervoso Central;
- Passar por dois exames neurológicos que avaliem o estado do tronco cerebral. Esses exames devem ser realizados por dois médicos não participantes das equipes de captação e de transplante;
- Submeter-se a exame complementar que demonstre morte encefálica, caracterizada pela ausência de fluxo sangüíneo em quantidade necessária no cérebro, além de inatividade elétrica e metabólica cerebral;
- Estar comprovada a morte encefálica. Situação bem diferente do coma, quando as células do cérebro estão vivas, respirando e se alimentando, mesmo que com dificuldade ou um pouco debilitadas.
como podemos ser um doador de orgãos?
O passo principal para você se tornar um doador é conversar com a sua família e deixar bem claro o seu desejo. Não é necessário deixar nada por escrito. Porém, os familiares devem se comprometer a autorizar a doação por escrito após a morte. A doação de órgãos é um ato pelo qual você manifesta a vontade de que, a partir do momento da constatação da morte, uma ou mais partes do seu corpo (órgãos ou tecidos), podem serem aproveitadas para transplante,para que possam ajudar outras pessoas
quanto tempo cada orgão sobrevive fora do corpo?
- Coração (retirado do doador apc e mantido fora do corpo por no máximo 6 horas)
- Pulmão (retirados do doador apc e mantidos fora do corpo por no máximo 6 horas)
- Rins (retirados do doador até 30 minutos dpc e mantidos fora do corpo até 48 horas)
- Fígado (retirado do doador apc e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas)
- Córneas (retiradas do doador até 6 horas e mantidas fora do corpo por até 7 dias)
- Pâncreas (retirado do doador e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas)
- Ossos (retirados do doador até 6 horas e mantidos fora do corpo por até 5 anos)
- Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue)
- Pele
- Valvas Cardíacas.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Doação de órgãos
Doar órgãos é um ato de amor e solidariedade.
Quando um transplante é bem sucedido, uma vida é salva e com ele resgate-se também a saúde física e psicológica de toda a família envolvida com o paciente transplantado. No Brasil, atingimos a marca de aproximadamente 70.000 pessoas (2007) aguardando por um transplante. Essas vidas dependem da autorização da família do paciente com morte encefálica comprovada autorizar a doação. Um gesto que pode transformar a dor da morte em continuidade da vida.O Brasil seja considerado modelo no número de transplantes realizados, o número de doadores continua fica sempre a abaixo. Apesar do crescimento em 2008 ocorrido após 2 anos de queda e 1 ano de estagnação em 2007, passamos de 5,4 doadores por milhão de população para os atuais 7,2 . Segundo o Registro Brasileiro de Transplantes, essa taxa ainda não supera a do ano e 2004 que foi de 7,3 . Em países como a Espanha, essa relação chega a 35 , a Argentina registra o número de 12 .
Através da informação poderemos alterar esses dados. Quanto mais a população se conscientizar da importância de se tornar um doador, menor será a angustiante fila de espera por órgãos.Dentre esses existe uma outra realidade que é a do transplante pediátrico. Se para o adulto a espera por um doador é difícil, imaginem quando o paciente é uma criança. O número de doadores em potencial reduz significativamente as chances da efetivação do transplante. Existem hoje no Brasil, diversas organizações Médicas, ONGs e movimentos independentes que trabalham para melhorar esses números
Um único doador pode beneficiar até 25 pessoas! Ou melhor, 25 vidas! No entanto, os transplantes mais comuns são assim classificados: Órgãos: coração, fígado, rim, pâncreas, pâncreas/rim, pulmão, intestino e estômago. Tecidos: sangue, córnea, pele, medula óssea, dura máter, crista ilíaca, fáscia lata, patela, costelas, ossos longos, cabeça do fêmur, ossos do ouvido, safena, válvulas cardíacas.
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